Os corantes alimentares são considerados os aditivos mais genotoxicos existentes, principalmente os pertencentes ao grupo “Azo”, um derivado nitroso capaz de ocasionar reações de hipersensibilidade (alergias) e tem sido foco de estudos por produzir compostos com alto potencial cancerígeno. Os corantes mais usados e que fazem parte desse grupo são a tartrazina, amarelo crepúsculo, vermelho ponceau R4, amaranto, azorrubina e vermelho 40, encontrados em alimentos como sucos artificiais, sorvetes, balas, gelatinas, iogurtes, refrigerantes e outros produtos coloridos artificialmente.
A ingestão desses produtos acima do recomendado pela ANVISA (VEJA NA
IMAGEM) pode desencadear grandes riscos, principalmente em crianças.
Entre os corantes “azo”, a tartrazina tem o maior respaldo sendo relacionada com o surgimento de diversas reações de hipersensibilidade como urticária, asma, náusea, anafilaxia, vômitos, dermatite, dor de cabeça, eczema, angioedema, bronquite e rinite. Em doses muito elevadas induz à lesão no DNA possibilitando o surgimento de câncer em longo prazo. Além da tartrazina, os corantes: amaranto, vermelho ponceau 4R, eritrosina, azul indigotina e azul brilhante acarretam reações de hipersensibilidade.
Pesquisas tem indicado uma ligação entre o
consumo de determinados corantes alimentares como: tartrazina, amaranto,
vermelho ponceau 4R e eritrosina e o surgimento da hiperatividade em
crianças. Crianças hiperativas apresentam hipercinesia, irritabilidade,
impulsividade, déficit de atenção, consequentemente, dificuldade de
aprendizagem e excesso de distração. Quando não corretamente assistidas,
ficam propensas a desenvolverem distúrbios comportamentais, emocionais e
sociais além de levarem o transtorno para a vida adulta.
Nesse
sentido, ressalta-se que as crianças, principalmente os lactentes,
exibem maior suscetibilidade às reações atribuladas provocadas pelos
aditivos alimentares que os adultos. Isto ocorre devido à quantidade
ingerida, em relação à massa corporal, ser maior na criança. Além disso,
apresentam imaturidade fisiológica, não sendo capazes de metabolizar e
nem excretar essas substâncias adequadamente.
Confira o artigo completo: http://periodicos.unincor.br/ADITIVOS ALIMENTARES E SUAS REAÇÕES ADVERSAS NO CONSUMO INFANTIL


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